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01 maio 2012

Preservação

Sustentabilidade=Meliponicultura.

Meu Irmão:
Sustentabilidade.Essa é uma atitude que deve ser incorporada por todos nós,se pretendermos deixar um meio ambiente relativamente preservado,para as futuras gerações.
Uma atividade,para ser ecologicamente sustentável,deve ser desenvolvida de forma à causar um impacto mínimo,ao meio ambiente.
A maioria das atividades agrícolas,são prejudiciais à natureza,pois os desmatamentos,o uso irracional de fontes de água e o uso exagerado de agrotóxicos,teem trazido impactos negativos para todo o planeta.
Mas a cada dia,a exigência de mais alimentos(pois a população mundial cresce à passos largos),tem “obrigado”aos agricultores aumentarem suas áreas de plantio,derrubando grandes áreas de matas nativas.

Uma ótima alternativa,para se conseguir renda e ainda contribuir para a preservação das matas,é a criação de abelhas;sejam elas nativas ou africanizadas.Essa importante atividade,deve ser apoiada pelos órgão governamentais(principalmente os ligados a preservação do meio ambiente),pois para se obter sucesso nessa atividade,a principal regra é manter uma boa área de mata preservada.  


A nossa meliponicultura,se apresenta como a alternativa ecológica e economicamente sustentável;além de ter baixo custo de investimento e manutenção,e ser de fácil manejo,pois como as abelhas não possuem ferrão,não há necessidade de vestimentas especiais para lidar com elas.

Antes de iniciar uma nova atividade produtiva e/ou econômica,analise seu potencial de poluição e destruição da natureza...Lembre-se que: “dessa vida não levamos nada”,portanto deixe um mundo melhor para seus filhos e netos.

Abraço.
Paulo Romero.
Meliponário Braz. 

25 abril 2012

Meu sertão. de Paulo Romero do Meliponário Braz

Se você,não presenciou,
O começo do “inverno”,
Não viu vaqueiro de “terno”
Em um “jegue”,não montou
Um imbu,nunca chupou
Nem nunca,tomou coalhada
Não trabalhou,na enxada
Nunca viu,”barreiro”cheio
Não sabe o que é “arreio”,
Do sertão não sabe nada.

Se não conhece,jirau
Não viu,”latada” e “chiqueiro”
Não correu,no “tabuleiro”
Atrás de um animal,
Não tomou leite,em curral
Nem bebeu água de”poço”,
Não fez,”animais de osso”
Pra brincar,quando criança,
Não trás isso,na lembrança,      
Do sertão,não és”seu moço”.

Quem nunca,dormiu em rede,
Na varanda,ao “meio dia”
Onde,a “caipora”,assovia
No “oitão”,atrás da parede
Nem nunca matou a sede,
Com“buga”de imbuzeiro,
Não acendeu”candeeiro”,
Nem puxou o seu “pavio”
Não tomou banho de rio,
No sertão,és forasteiro.
                                  
Se você nunca ouviu,
O “aboio” do vaqueiro,
Nem um galo,no “poleiro”
Cantar,espantando o frio,
Trovão,no mês de abril,
Animando o sertanejo,
Um “xinxo”,de fazer queijo,
Onde se molda,a coalhada
Pra que fique,bem prensada
É no sertão,onde eu vejo.

Quem nunca viu,de pertinho
A macambira,queimando
E o “gado”,se aproximando
Todos,no mesmo caminho
O “berro” de um “bezerrinho”
Que se desgarrou,do “gado”
E o vaqueiro,com cuidado
Leva-o,para o rebanho
Monta no burro,”castanho”
No sertão,que eu fui criado.

Um velho carro-de-boi,
Embaixo da aroeira,
Lembrança,da vida inteira,
De um tempo,que já se foi,
Sempre,conduzido à dois,
Obedecendo,ao “carreiro”,
Seu destino derradeiro,
É abandono e tristeza,
Ofuscando,essa beleza
Na casa do fazendeiro.

Abraço.
Paulo Romero.
Meliponário Braz.